Sobretensão Elétrica na Indústria - Como Fazer a Proteção?




Sobretensão Elétrica na Indústria - Como Fazer a Proteção?


A sobretensão danifica ou destrói ano após ano e cada vez mais os equipamentos elétricos.

Gastos para conserto e tempos de paralisação são as consequências.


O perigo não está limitado somente a instalações e equipamentos na indústria. Ele atinge desde a engenharia predial até a construção particular.

Tensões Parasitas.


Operações de comando acionadas mecânica ou eletronicamente produzem tensões parasitas por impulsos e alta frequência.


Estas tensões estendem-se livremente pela rede das linhas e todos os equipamentos situados dentro desta rede são atingidos.


Também podem ocorrer erros, funções descontroladas e quedas do sistema principalmente nos equipamentos eletrônicos que processam dados.

Descargas de Raios e Sobretensão.


As descargas de raios (lightning electromagnetic pulse, LEMP) são, de todas as causas, as que têm mais potencial de destruição.


Elas provocam sobretensão transiente que podem alastrar a distâncias elevadas e estão frequentemente associadas a picos de corrente de amplitude elevada.


Mesmo os efeitos indiretos de uma descarga atmosférica podem provocar uma sobretensão de vários quilovolts e picos de corrente com várias dezenas de milhares de amperes.


Apesar da duração muito curta, este tipo de evento provoca uma falha total ou até mesmo a destruição da instalação completa.

Processos de Comutação.


Processos de comutação (switching electromagnetic pulse, SEMP) podem gerar sobretensões induzidas que se propagam em cabos de alimentação com correntes de ligação elevadas ou curtos-circuitos.


Estas correntes muito elevadas fluem em poucos milissegundos e as alterações breves de corrente provocam sobretensões transientes.

Descargas Eletrostáticas.


Ocorrem descargas eletrostáticas (electrostatic discharge, ESD) se houver aproximação de corpos com potencial eletrostático diferente e se houver uma troca de cargas.


Uma troca de cargas repentina provoca uma tensão de impulso breve. Isso representa um perigo especialmente para componentes eletrônicos sensíveis.

Sobretensão – Quais são as consequências?


Independentemente da origem do surgimento de uma sobretensão, as consequências permanecem as mesmas:

Destruições de equipamentos;


Tempos de imobilização das instalações;

falhas totais nos controladores.


As falhas ou defeitos de equipamentos provocadas por sobretensão é mais frequente do que pensamos.

Em instalações industriais, na maior parte dos casos, as consequências dos danos são muito graves, como, por exemplo, tempos de imobilização ou perdas de dados.


A falha de um equipamento ou uma máquina utilizados a nível empresarial implica frequentemente custos que ultrapassam em muito a reparação do equipamento com defeito.

Sobretensão – Como se proteger corretamente?

A proteção contra sobretensão efetiva começa com a correta avaliação dos riscos potenciais de todos os equipamentos a serem protegidos. O conceito de proteção resulta em considerar todas as interfaces da fonte de alimentação, bem como da comunicação de dados e telecomunicações.


Somente desse modo são protegidos de forma abrangente e eficiente, por exemplo, todos os equipamentos finais dentro de uma rede de dados, uma instalação de produção ou em edifícios.


Com a utilização de vários dispositivos de alta qualidade e tecnologia inovadora, os dispositivos de proteção contra surtos de tensão ou dps asseguram uma elevada disponibilidade do sistema e segurança em todas as áreas da eletrotécnica.

Uma representação descritiva do conceito de áreas de proteção contra raios é o chamado circuito de proteção.


Efetue um círculo imaginário ao redor do objeto que pretende proteger. Em todos os pontos onde os cabos passam neste círculo é necessário instalar um dispositivo de proteção contra surtos de tensão (dps).

Assim, a área dentro do circuito de proteção fica protegida, permitindo evitar de forma consistente acoplamentos de sobretensão relacionados com os cabos.


O circuito de proteção tem de incluir todas as linhas de transmissão elétricas e eletrônicas das seguintes áreas:

Fonte de alimentação;
Tecnologia de medição, comando e regulagem;
Tecnologia da informação;
Instalações de transmissão e recepção.

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Adequação NR12.




Adequação NR12.


Veremos neste artigo que a adequação NR12 que se refere à norma regulamentadora para a segurança de máquinas e equipamentos pode e deve ser aplicada a cada componente de uma máquina industrial, pois todas sem exceção possuem seus próprios riscos mecânicos e elétricos.


Como sabemos, qualquer tipo de equipamento pode causar uma variedade de lesões abrangendo desde pequenos arranhões, queimaduras ou cortes e até ferimentos graves como fraturas, lacerações, lesões por esmagamento ou mesmo amputação e morte.


Assim, quando falamos em adequação NR12, estamos falando em projetar e instalar dispositivos no equipamento que diminuam ou eliminem os riscos de acidente.



Alguns exemplos são a instalação de telas de proteções em polias e correias acionadas de forma a evitar que alguém coloque a mão quando a máquina está em operação.


Em uma adequação NR12, cada máquina deve possuir proteções adequadas de maneira a proteger os operadores e outros funcionários na área de trabalho contra riscos criados por pontos de contato, peças giratórias, faíscas e lançamentos de detritos.


Pensando na segurança dos funcionários de uma empresa, o governo brasileiro criou em 8 de julho de 1978 através do Ministério do Trabalho, a norma regulamentadora número 12 que estabelece critérios para garantir a segurança dos trabalhadores quando operam uma máquina.


Assim, quando fazemos a adequação NR12, estamos cumprindo regras que permitem gerenciar a seleção correta, aquisição e utilização de práticas seguras de trabalho, inspeção e manutenção dos equipamentos e dispositivos instalados em uma indústria.


Assim, a NR12 abrange as diretrizes para identificação e adequação de locais com riscos de acidente que colocam em risco qualquer funcionário da empresa.


Um programa de adequação NR12 abrange todos os setores de uma indústria que possuir qualquer tipo de atividade capaz de resultar ferimentos devido à operação de máquinas.


Assim, um bom programa de adequação NR12 estabelece os papéis, responsabilidades e treinamentos dos operadores de máquinas (incluindo funcionários em tempo integral, funcionários terceirizados ou estagiários) bem como os funcionários que compõem a equipe de segurança do trabalho.


Além disso, um programa de adequação NR12 descreve todos os aspectos de aplicação de proteções de máquinas, inspeção, responsabilidade da equipe pela condição e uso do equipamento, práticas seguras de trabalho, requisitos de treinamento e manutenção de registros.

Veja que ter um entendimento de como uma máquina funciona e como as proteções podem resguardar um funcionário resultará em um risco reduzido de ferimentos.

Assim, temos os principais pontos que um bom programa de adequação NR12 deve abranger:

Evitar contato – as proteções da máquina devem fornecer uma barreira física que impeça o operador de colocar qualquer parte de seu corpo na “zona de perigo” durante o ciclo de operação da máquina;
Ser à prova de violação – as proteções da máquina devem ser seguras e fortes para que os trabalhadores não possam contorná-las, removê-las ou adulterá-las.

Assim, elas devem estar integradas à máquina sempre que possível. Somente se a proteção não puder ser fisicamente conectada à máquina, ela deve ser anexada em outro lugar;

Parar o equipamento imediatamente sob qualquer risco – Caso haja alguma operação anormal da máquina, o operador deve ter acesso perto do mesmo a uma botoeira de emergência ou qualquer outro dispositivo como chave de emergência por cabo que ao ser acionado pare a máquina imediatamente.

Outro exemplo de parada do equipamento é quando o operador tenha que acessar uma parte interna da máquina por uma porta: neste caso a porta deve possuir uma trava de segurança que ao ser aberta desligue o equipamento, eliminando assim o risco de qualquer acidente;

Não criar nenhum novo perigo – Uma adequação NR12 invalida sua própria finalidade caso crie um risco próprio como um ponto de cisalhamento, uma borda irregular ou uma superfície inacabada que pode causar uma laceração.

As extremidades de uma proteção, por exemplo, devem ser fixadas ou aparafusadas de modo a eliminar cantos afiados e as proteções de máquinas não devem obstruir a visão do operador.

Permitir a lubrificação com proteções ainda no lugar – Se possível, ao fazer a adequação NR12, deve-se considerar que o operador possa lubrificar a máquina sem remover as proteções.

A localização de reservatórios de óleo fora da proteção com uma linha que leva ao ponto de lubrificação reduzirá a necessidade de o operador ou o trabalhador de manutenção entrar na área de risco.

Não interferir no funcionamento da máquina – Qualquer salvaguarda que impeça um trabalhador de executar o trabalho de forma rápida e confortável poderá em breve ser ignorada ou desconsiderada.

Uma salvaguarda adequada pode realmente aumentar a eficiência, pois pode aliviar as apreensões dos trabalhadores sobre lesões.

Existem também os riscos não mecânicos que podem ferir os operadores de máquinas ou o pessoal que trabalha nas proximidades de máquinas.

Esses riscos incluem estilhaços, lascas ou fragmentos projetados (respingos, faíscas ou sprays) que são criados quando a máquina está operando.

Esses riscos podem ser evitados com uma adequação NR12 que insere uma proteção ou através do uso de equipamento de proteção individual (EPI).

Métodos de Proteção Mecânica Aplicados na Adequação NR12.

Existem cinco alguns tipos gerais de proteções de máquinas que podem ser usados ​​para proteger os trabalhadores e o pessoal nas imediações das máquinas.

São eles:

Barreiras – estas são barreiras físicas que impedem o contato. Podem ser fixas, intertravadas, ajustáveis ​​ou auto-ajustáveis.


Dispositivos – limitam ou impedem o acesso à área perigosa. Eles podem ser dispositivos de detecção de presença, cabos de retração ou de restrição, controles de desarme de segurança, controles bimanuais ou portas de acesso com sensores de segurança.
Mecanismos Automatizados de Alimentação e Ejeção – Eliminam a exposição do operador ao ponto de operação durante o manuseio dos produtos fabricados;
Localização da máquina ou Distância – este método remove o perigo da área de trabalho do operador.


Proteções Diversas – na adequação NR12, estes métodos podem ser usados ​​para proteger os operadores e as pessoas nas imediações de máquinas operacionais.

Exemplos incluem chapas para conter limalhas, faíscas, sprays ou outras formas de detritos projetados, ferramentas adequadas que um operador pode usar para manipular materiais que entram no ponto de operação e barreiras de conscientização para alertar as pessoas sobre os perigos na área.


Referências para Adequação NR12:




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Como Selecionar um CLP Delta.



Como Selecionar um CLP Delta.

O CLP Delta vem ganhando mercado no Brasil pois se destaca como um equipamento de qualidade e custo acessível. O objetivo deste artigo é fazer com que você conheça a família compacta de CLP Delta, bem como as aplicações recomendadas para cada tipo.

1 – Características Comuns do CLP Delta.



Figura – Especificação do CLP Delta

Software Gratuito
Programação de acordo com a norma IEC 61131-3
Facilidade de programação
Qualquer integrador pode utilizar
Todas CPU´s do CLP Delta possuem pelo menos 2 portas de comunicação


Possibilidade de comunicação simultânea com outros equipamentos
Comunicação com supervisório
Comunicação com IHM
Protocolo modbus incorporado em todos os modelos de CLP Delta.


Não há necessidade de utilização de placas extras de comunicação


2 – CLP Delta Modelo DVP-SS2





Possui 14 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais e 6 saídas digitais.
A Memória de programação comporta até 8.000 linhas.
Expansão


Máximo de 480 entradas/saídas.
Máximo de 8 módulos de extensão analógicas.
temporizadores


256 disponíveis
contadores

256.
4 canais de 20kHz contador de alta velocidade & 10KHz saída pulsada.
Instruções especiais

Suporta “forward”, “reverse”, “Run”, “Stop”, para comando dos inversores Delta.
Outras características:

2 portas de comunicação integradas (RS-232 & RS-485).
Não possui relógio.
Não possui expansão do lado esquerdo.

2.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SS2:
Pequenas máquinas

Embalagens
Alimentícia
Esteiras transportadoras
Processos simples:

Controle de Ar Condicionado
Automação residencial e predial
Processos gerais:

Qualquer processo onde não é necessário relógio, históricos ou velocidade de processamento
3 – CLP Delta Modelo DVP-SA2




Possui 12 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais e 4 saídas digitais.

A memória de programação comporta até 16.000 linhas.

Expansão

Máximo de 492 entradas/saídas (12 + 480)
Máximo de 8 módulos de extensão analógica.
temporizadores

256 disponíveis
contadores

256
Possui entrada contadora de alta velocidade (100kHz) e saída pulsada de 100KHz.
Registros de dados

10000 pontos (words ou palavras)
Saída de pulsos de alta velocidade: Suporta 2 pontos (Y10, Y11) independentes de alta velocidade até 100KHZ.
RTC (Real Time Clock – Relógio) com Bateria
3 portas de comunicação integradas (RS-232 & RS-485)
3.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SA2:
Pequenas máquinas:

Embalagens
Alimentícia
Qualquer máquina onde é necessário a utilização de históricos no CLP Delta
Processos simples:

Controle de Ar Condicionado
Substituição de Data-logger (depende da aplicação)
Sistemas sazonais
Processos gerais:

Utilização de Servo-Motor (substituindo o SC)
Qualquer processo é necessário relógio, históricos e velocidade de processamento não seja crítica.
4 – CLP Delta Modelo DVP-SX2



Possui 20 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais, 4 saídas digitais, 4 entradas analógicas e 2 saídas analógicas.

Máximos pontos de I/O: Máximo de 494 entradas/saídas (14 + 480)
Possui capacidade de programação de 16.000 linhas
Possui três Portas de comunicação incorporadas sendo: 1 RS-232, 1 RS-485 e 1 USB
Possui quatro saídas de pulso de alta velocidade sendo 2 de 100KHz e 2 de 10KHz).
 Possui contadores de alta velocidade integrados sendo 2 de 100KHz e 6 de 10KHz.
Suporta expansões de alta velocidade que podem ser acopladas no lado esquerdo. São elas: Mestre CanOpen, Mestre Devicenet ou Ethernet.
 Aceita expansões analógicas rápidas pelo lado esquerdo.
4.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SX2:
Máquinas:

Dobradeiras
Solda
Embalagens
Solução mais barata se comparada a um CLP Delta com placas de expansão analógica
Processos:

Controle de refrigeração / aquecimento
Controle de níveis de tanques
Processos onde seja necessário controle com PID
Processos gerais:

Qualquer processo onde variáveis analógicas sejam necessárias.
5 – CLP Delta Modelo DVP-SE



Possui 12 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais, 4 saídas digitais.

A memória de programação comporta até 16.000 linhas

Expansão

Máximo de 492 entradas/saídas (12 + 480).
Máximo de 8 módulos de extensão analógica.
temporizadores

256 disponíveis.
contadores

256.
1 contador de alta velocidade de 100kHz e 1 saída pulsada de 100KHz.
Registros de dados

10000 pontos (words ou palavras).
RTC (Real Time Clock – Relógio).
Comunicação

Possui 1 Porta Ethernet que suporta os protocolos modbus TCP e Ethernet/IP
Possui 1 Porta de comunicação serial rs485 e 1 porta USB incorporadas.
6 – CLP Delta Modelo DVP-SV2



Possui 28 entradas/saídas na sua CPU.
Máximo número de I/O: 512.
A Capacidade de programa é de 32.000 linhas, maior do que nos outros modelos.
A Velocidade de execução das instruções: 0.24μS (instruções básicas), maior do que dos outros modelos.
Possuem 2 portas de comunicação incorporadas sendo 1 RS-232 e 1 RS-485.
Compatível com modbus ASCII / RTU
Registros de dados: 10.000 words
Registro de arquivos: 10.000 words
High-speed pulse output: Supports 4-point
4 saídas de pulso alta velocidade, podendo ser agrupadas em 2 grupos
2 Fase A/B saída de pulso agrupados em 2 grupos
2 Interpolação de eixos
Todas as saídas podem atingir 200KHz.
4 Grupos de contadores de alta-velocidade de hardware incorporados.
Aceita expansões para comunicação em rede: Devicenet, Ethernet, CanOpen e profibus (Escravo)
6.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SV2:
Máquinas:

Posicionamento
Solda
Embalagens
Sopradoras
Injetoras
Processos:

Estações de saneamento
Indústrias de manufatura
Controle de dosagem
Comunicação em redes de campo
6 – CLP Delta Modelo DVP-MC



Possui 12 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais, 4 saídas digitais.
Máximos pontos de I/O: Máximo de 492 entradas/saídas (12 + 480)
Capacidade de programação: 16K Steps
4 Portas de comunicação: RS-232, RS-485 e Ethernet e CanOpen.
2 módulos de processamento:
PLC (Norma IEC 61131)
Controle de Movimento
Entrada de Enconder externo
Comunicação de 1Mbps no Canopen
Compatível com Código G
Interpolação de eixos
Suporta até 16 eixos de Movimento
Simulação de eixo virtual
Compatível com E-Cam.










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Como Selecionar um CLP Delta.

O CLP Delta vem ganhando mercado no Brasil pois se destaca como um equipamento de qualidade e custo acessível. O objetivo deste artigo é fazer com que você conheça a família compacta de CLP Delta, bem como as aplicações recomendadas para cada tipo.


1 – Características Comuns do CLP Delta.





Figura – Especificação do CLP Delta


Software Gratuito
Programação de acordo com a norma IEC 61131-3
Facilidade de programação
Qualquer integrador pode utilizar
Todas CPU´s do CLP Delta possuem pelo menos 2 portas de comunicação



Possibilidade de comunicação simultânea com outros equipamentos
Comunicação com supervisório
Comunicação com IHM
Protocolo modbus incorporado em todos os modelos de CLP Delta.



Não há necessidade de utilização de placas extras de comunicação



2 – CLP Delta Modelo DVP-SS2







Possui 14 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais e 6 saídas digitais.
A Memória de programação comporta até 8.000 linhas.
Expansão


Máximo de 480 entradas/saídas.
Máximo de 8 módulos de extensão analógicas.
temporizadores


256 disponíveis
contadores

256.
4 canais de 20kHz contador de alta velocidade & 10KHz saída pulsada.
Instruções especiais

Suporta “forward”, “reverse”, “Run”, “Stop”, para comando dos inversores Delta.
Outras características:

2 portas de comunicação integradas (RS-232 & RS-485).
Não possui relógio.
Não possui expansão do lado esquerdo.

2.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SS2:
Pequenas máquinas

Embalagens
Alimentícia
Esteiras transportadoras
Processos simples:

Controle de Ar Condicionado
Automação residencial e predial
Processos gerais:

Qualquer processo onde não é necessário relógio, históricos ou velocidade de processamento


3 – CLP Delta Modelo DVP-SA2







Possui 12 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais e 4 saídas digitais.

A memória de programação comporta até 16.000 linhas.

Expansão

Máximo de 492 entradas/saídas (12 + 480)
Máximo de 8 módulos de extensão analógica.
temporizadores

256 disponíveis
contadores

256
Possui entrada contadora de alta velocidade (100kHz) e saída pulsada de 100KHz.
Registros de dados

10000 pontos (words ou palavras)
Saída de pulsos de alta velocidade: Suporta 2 pontos (Y10, Y11) independentes de alta velocidade até 100KHZ.
RTC (Real Time Clock – Relógio) com Bateria
3 portas de comunicação integradas (RS-232 & RS-485)
3.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SA2:
Pequenas máquinas:

Embalagens
Alimentícia
Qualquer máquina onde é necessário a utilização de históricos no CLP Delta
Processos simples:

Controle de Ar Condicionado
Substituição de Data-logger (depende da aplicação)
Sistemas sazonais
Processos gerais:

Utilização de Servo-Motor (substituindo o SC)
Qualquer processo é necessário relógio, históricos e velocidade de processamento não seja crítica.


4 – CLP Delta Modelo DVP-SX2







Possui 20 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais, 4 saídas digitais, 4 entradas analógicas e 2 saídas analógicas.

Máximos pontos de I/O: Máximo de 494 entradas/saídas (14 + 480)
Possui capacidade de programação de 16.000 linhas
Possui três Portas de comunicação incorporadas sendo: 1 RS-232, 1 RS-485 e 1 USB
Possui quatro saídas de pulso de alta velocidade sendo 2 de 100KHz e 2 de 10KHz).
 Possui contadores de alta velocidade integrados sendo 2 de 100KHz e 6 de 10KHz.
Suporta expansões de alta velocidade que podem ser acopladas no lado esquerdo. São elas: Mestre CanOpen, Mestre Devicenet ou Ethernet.
 Aceita expansões analógicas rápidas pelo lado esquerdo.
4.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SX2:
Máquinas:

Dobradeiras
Solda
Embalagens
Solução mais barata se comparada a um CLP Delta com placas de expansão analógica
Processos:

Controle de refrigeração / aquecimento
Controle de níveis de tanques
Processos onde seja necessário controle com PID
Processos gerais:

Qualquer processo onde variáveis analógicas sejam necessárias.
5 – CLP Delta Modelo DVP-SE





Possui 12 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais, 4 saídas digitais.

A memória de programação comporta até 16.000 linhas

Expansão

Máximo de 492 entradas/saídas (12 + 480).
Máximo de 8 módulos de extensão analógica.
temporizadores

256 disponíveis.
contadores

256.
1 contador de alta velocidade de 100kHz e 1 saída pulsada de 100KHz.
Registros de dados

10000 pontos (words ou palavras).
RTC (Real Time Clock – Relógio).
Comunicação

Possui 1 Porta Ethernet que suporta os protocolos modbus TCP e Ethernet/IP
Possui 1 Porta de comunicação serial rs485 e 1 porta USB incorporadas.
6 – CLP Delta Modelo DVP-SV2





Possui 28 entradas/saídas na sua CPU.
Máximo número de I/O: 512.
A Capacidade de programa é de 32.000 linhas, maior do que nos outros modelos.
A Velocidade de execução das instruções: 0.24μS (instruções básicas), maior do que dos outros modelos.
Possuem 2 portas de comunicação incorporadas sendo 1 RS-232 e 1 RS-485.
Compatível com modbus ASCII / RTU
Registros de dados: 10.000 words
Registro de arquivos: 10.000 words
High-speed pulse output: Supports 4-point
4 saídas de pulso alta velocidade, podendo ser agrupadas em 2 grupos
2 Fase A/B saída de pulso agrupados em 2 grupos
2 Interpolação de eixos
Todas as saídas podem atingir 200KHz.
4 Grupos de contadores de alta-velocidade de hardware incorporados.
Aceita expansões para comunicação em rede: Devicenet, Ethernet, CanOpen e profibus (Escravo)
6.1 – Principais Aplicações do CLP Delta Linha SV2:
Máquinas:

Posicionamento
Solda
Embalagens
Sopradoras
Injetoras
Processos:

Estações de saneamento
Indústrias de manufatura
Controle de dosagem
Comunicação em redes de campo
6 – CLP Delta Modelo DVP-MC




Possui 12 entradas/saídas sendo 8 entradas digitais, 4 saídas digitais.
Máximos pontos de I/O: Máximo de 492 entradas/saídas (12 + 480)
Capacidade de programação: 16K Steps
4 Portas de comunicação: RS-232, RS-485 e Ethernet e CanOpen.
2 módulos de processamento:
PLC (Norma IEC 61131)
Controle de Movimento
Entrada de Enconder externo
Comunicação de 1Mbps no Canopen
Compatível com Código G
Interpolação de eixos
Suporta até 16 eixos de Movimento
Simulação de eixo virtual
Compatível com E-Cam.










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