Modelos de motores industriais.




Modelos de motores industriais.

Os motores industriais representam o “coração” de um estabelecimento comercial ou industrial pesado. Atentar-se aos seus funcionamentos, portanto, otimizando as capacidades produtivas destes, é regra mais básica a ser trabalhada neste contexto.


Além disso, também é bastante tradicional que códigos, diretrizes estritamente técnicas e, outras condutas mais sérias e profissionais tenham de ser aplicadas em toda e qualquer demanda que envolva-se, de fato, motores industriais robustos ou mais minimalistas.


Também é muito comum observar a presença de vários modelos em motores industriais. Uma vez que são diversos tipos disponibilizados neste mercado, a tendência e a recomendação é a de que você escolha pelos tipos que mais solucionam suas demandas técnicas e de produtividade do espaço.


Quanto aos distintos modelos propriamente ditos, motores hidráulicos, elétricos e manuais são apenas alguns dos exemplos disponíveis neste cenário.


Por todas essas razões, existem alguns pilares fundamentais a respeito da distinção entre um motor industrial e outro. Confira a discriminação de cada um deles e veja se algumas de suas características têm serventia para solucionar seus problemas técnicos ou de ordem de funcionamento industrial:


Manutenções de servo motor;
Motores hidráulicos;
Motores abastecidos pelo sistema automatizado;
Motores elétricos.


A manutenção de servo motor exige que você conheça o equipamento de forma detalhada.


Para que a manutenção de servo motor industrial aconteça da melhor forma, é imprescindível que os colaboradores, que atuam diretamente com os equipamentos em questão, tenham conhecimento a respeito deste, para que assim, possam trabalhar corretamente de forma integral.


Isto é, por se tratar de um dispositivo extremamente técnico, é comum que as suas configurações também exijam especialidades mais aprofundadas quando deste contato.


Por outro lado e por mais que as características técnicas possam nortear a capacidade produtiva desse equipamento – também é imprescindível que as ações de reparo neste tipo de equipamento aconteçam de forma periódica.


Embora não aparente, esta condição é essencial para que, invariavelmente, o motor funcione da maneira correta. Além disso, os conceitos de manutenções preventivas e/ou corretivas também devem ser trabalhados neste contexto.


Em primeiro lugar, a prioridade deve ser por conta da obtenção (e prática) da manutenção preventiva, que é aquela que preza pelo acompanhamento constante e temporal a respeito das inspeções técnicas realizadas nos meios industriais como um todo. Através delas, o funcionamento dos motores e dos demais meios ligados aos maquinários é primado em plano principal.


Ao lado dela, também existe o conceito de manutenção corretiva, que é o modelo que se condiciona por ser mais emergencial do que o proposto no primeiro formato. Em todas as ações que se integram à automação industrial, inclusive ambas as características e condutas, devem ser levadas em conta.


O motor hidráulico pode ser útil em várias aplicações


Uma vez que os motores industriais podem ser caracterizados por diversas especificações técnicas e de formação, um dos principais destaques fica por conta do motor hidráulico, o motor cujo movimento é feito a partir de uma conjuntura hidraulica e pode, dentre outras condições, ser automatizado ou funcionar manualmente.


Como a principal função deste dispositivo é transformar a energia da água em energia mecânica, também é possível que se utilizem outros líquidos quando da prática real desses trabalhos.


No caso estritamente industrial, o óleo é um dos materiais mais requisitados neste contexto. Este pode servir como lubrificante para uma série de procedimentos e, ainda sim, representar extensos benefícios às máquinas que o aplicam.


O motor hidráulico parker presa em muito pela questão ambiental


A partir do momento em que uma empresa adquire o selo Parker, significa que suas instalações e comercializações são das mais benéficas possível. Com o motor hidráulico parker, não é diferente.


A peça é caracterizada por trabalhar bem em altas e baixas velocidades, fazendo com que as transformações energéticas aconteçam de maneira natural.


Potências elevadas também marcam forte presença neste contexto, que ainda se vale de peças com diferenciados tamanhos, modelos e funcionalidades.

Por fim, também é natural que, ao longo de todas estas explicações técnicas, materiais como engrenagem, gerotor, palheta e pistão também atuem em conjunto aos motores.


Esta integração, inclusive, é capaz de fazer com que os mais potentes resultados sejam alcançados em tempo integral por parte das indústrias que aplicam estas funcionalidades dos motores em suas sedes.




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Sensores utilizados em segmentos industriais.




Sensores utilizados em segmentos industriais.


Muita gente não sabe, mas os sensores são itens fundamentais para a indústria, independente do segmento em questão.


Isso porque eles auxiliam no controle de qualidade, sem eles não é possível fazer a automação industrial, eles auxiliam em manter as máquinas funcionam perfeitamente, dentre outras funções muito importantes.


Tipos de sensor de presença

Geralmente, o termo sensor presença faz as pessoas pensarem naquele sensor presente em muitas casas que permite que a luz acenda automaticamente quando alguém aparece.

Mas esse é apenas um dos muitos exemplos de sensor de presença. É possível detectar a presença de uma pessoa, de uma peça industriais, de um fluido ou de outro item com:

Sensor infravermelho ativo;

Sensor infravermelho passivo;

Sensor fotoelétrico;

Sensor ultrassônico;

Sensor indutivo;

Sensor capacitivo.


O sensor infravermelho funciona se valendo da luz infravermelha. Esse tipo de luz não pode ser vista pelo ser humano, pois seu comprimento de onda é maior do que o que nossos olhos são capazes de detectar.


Em suma, tudo aquilo que contém calor emite luz infravermelha (IV). Esse tipo de sensor se divide em duas categorias, os ativos e os passivos.


Os passivos detectam a luz IV presente no ambiente, então qualquer matéria que emita calor, como alguma máquina ou uma pessoa, é detectada.


Já os ativos apresentam aplicações mais versáteis, detectando qualquer tipo de objeto de tamanho menor. Isso porque eles não só captam a luz infravermelha, mas também a emitem.


Assim, quando há algum objeto barra a passagem dessa luz emitida, o receptor detecta a interferência, apontando a presença desse objeto.


Já o sensor fotoelétrico funciona convertendo um sinal luminoso em um sinal elétrico.

Diferentemente dos sensores infravermelhos, esse tipo de sensor também pode detectar a luz ultravioleta, que é uma luz com o comprimento de onda tão pequeno que não pode ser detectada pelo olho humano.


Sua sensibilidade é muito grande, o que o torna muito útil para a maioria das aplicações industriais.


O Sensor ultrassônico emite e capta ondas ultrassônicas, sendo capaz de identificar a presença mesmo do menor objeto. Sua vantagem é que além de detectar objetos, ele também mede distâncias e determina a posição exata.


Vale lembrar que não são apenas objetos que podem ser detectados, mas fluidos, granulados e materiais em pó.


Eles podem ser usados para identificar o rompimento de um fio, para monitorar o nível de enchimento de um tanque, para detectar a presença de pessoas, enfim, o seu uso é muito plural.


Usar o Sensor de nível ultrassônico para o controle de qualidade também é muito positivo, pois eles podem fazer medições tridimensionais muito precisas, com altura, largura e comprimento.


Sua capacidade de identificar defeitos auxilia na missão de produzir itens que correspondam exatamente aos padrões necessários.


O controle de qualidade também pode ser da linha de produção, pois ele determina a altura de pilhas, a posição exata de estruturas e muito mais.


Capacitivo ou indutivo?


Com aplicação mais específica, o sensor indutivo é capaz de detectar peças metálicas.


Muito útil em indústrias, ele é composto por um núcleo de ferrite envolvido por uma bobina, além de um sistema disparador com amplificador e um circuito oscilador.


Para funcionar, esse sensor se vale de um campo eletromagnético variado, que é produzido por seu circuito oscilador.


Qualquer objeto metálico, ao adentrar esse campo, induz outras correntes e pode ser detectado com muita precisão, incluindo sua posição e tamanho.


Por fim, existe o sensor capacitivo, que também detecta peças metálicas, embora não se restrinja a elas. Ele opera de forma similar a um capacitor, que é um dispositivo eletrônico capaz de armazenar carga elétrica.


A diferença é que o sensor altera os sinais elétricos emitidos de acordo com as mudanças de capacitância.


Em comparação com o indutivo, esse sensor apresenta maior resolução, maior quantidade de materiais detectáveis e detecta objetos muito pequenos, mas sua área de alcance é menor e seu custo maior.


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Como é composto um CLP.




Como é composto um CLP.

A CPU é o elemento que trabalhará toda a lógica do CLP. Assim como um computador, a CPU do CLP precisa de um sistema operacional, ou seja, uma programação básica gravada na memória não volátil (que não pode ser apagada pelo usuário).


A memória, pode ser do tipo de dados ou do usuário. A memória de dados é utilizada para armazenar dados em um curto período de tempo (assim como nossa memória de curto prazo).


É nessa memória que a CPU armazenará os dados recebidos de suas entradas, após o uso dessa informação ela será apagada.


Já a memória do usuário armazena toda a programação do CLP, podendo ser apagada ou alterada pelo usuário.


Módulos de entradas e saídas (I/O)


Os módulos de entrada são os componentes que emitirão as informações solicitadas pelas CPUS.


Essas entradas podem ser do tipo analógica (sinais elétricos que podem variar entre dois extremos) e digitais (sinais que possuem apenas dois estados: ligado ou desligado).


Os módulos de saída consistem em terminais que irão receber as instruções da CPU (também já citado acima). Os módulos de saída também pode ser classificado entre digitais e analogios.


Os tipos e as quantidades de entradas e saídas (chamadas também por portas) varia entre modelos e marcas.


Fonte de energia

A fonte de energia fornecerá toda a alimentação de energia necessária para o funcionamento das CPUs.


Usualmente a alimentação é feita com  corrente alternada (110V ou 220V), podendo também ser usada alimentação de corrente contínua (a mais comum de 24V).


Além disso, temos os periféricos que são elementos extras utilizados pelos fabricantes para incrementar o sistema, entre eles, o módulo de comunicação.



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Automação para cervejarias de todos os portes.




Automação para cervejarias de todos os portes.


Como fabricante de cerveja, seu foco principal é a produção de cervejas de alta qualidade para atender à demanda do cliente. Há muitas pressões competitivas para a administração de uma cervejaria rentável e produtiva. Qualidade consistente, aumento da rentabilidade e redução do tempo de produção e dos custos são apenas algumas dessas pressões. Para ter uma cervejaria melhor são necessários processos flexíveis e uma melhor visão de seus processos.

Conhecemos os desafios enfrentados diariamente pela indústria cervejeira. Nosso foco na otimização da produção de cervejas aborda todas as fases de sua operação. Esse foco ajuda você a cuidar do custo, da qualidade e da flexibilidade para atender à demanda, desde o manuseio dos grãos até o tratamento de resíduos e o envasamento.


Solução modular de cervejaria projetada para as necessidades de cervejarias de grande porte

Como uma cervejaria maior, você se dedica à qualidade e procura oportunidades para gerar eficiência. Solução modular para cervejaria projetada para conectar sistemas e fornecer informações práticas. Essa conectividade permite que você:

Acesse dados em tempo real nos processos de fabricação de cerveja
Compare o desempenho em todas as fábricas
Gerencie o consumo de energia
Escale a produção rapidamente


Cervejaria artesanal atualizada para um sistema de filtragem de mistura totalmente automatizado e em rede com um menor tempo de ciclo da brassagem e mais qualidade do produto.


O sistema habilitado para informação fornece informações em tempo real que permitem ter mais controle de seus processos. Esse sistema aprimorou a qualidade das cervejas.


A mudança para um sistema cervejeiro mais automatizado reduziu o tempo de ciclo em 50% e aumentou a capacidade em 25%.Também reduziu o consumo anual de água em um milhão de galões, aumentando suas metas de sustentabilidade.

Implementação do sistema de automação de processo virtualizado para atender à demanda

A terceira maior cervejaria do Canadá, teve que aumentar a capacidade de produção para atender ao crescimento da demanda do consumidor. O outro desafio que tiveram foi evitar os altos custos da construção de uma fábrica nova. Com o suporte implementou um sistema de automação de processo virtualizado em duas semanas, a cervejaria aumentou a capacidade de produção em 50%.




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Motores Síncronos Lineares.




Motores Síncronos Lineares.


A demanda por dispositivos médicos descartáveis ​​continua crescendo a um ritmo impressionante, e essa é uma boa notícia para os fabricantes de máquinas que abastecem o mercado.


Ao mesmo tempo, os produtores estão exercendo mais pressão sobre os fabricantes de máquinas por equipamentos automatizados de processamento e montagem que possam fornecer dispositivos médicos altamente especializados e de uso único de maneira rápida e acessível.


Simplificando, os fabricantes precisam de máquinas flexíveis que produzam mais variações em alto volume. E, muitas vezes, eles também procuram aumentar a produção dentro do espaço de fabricação existente. Esses objetivos podem ser difíceis de serem alcançados com os sistemas de transporte convencionais.


As deficiências dos sistemas de transporte em obsolescência


A tecnologia de disco rotativo e os transportadores de indexação de precisão estão entre os métodos de transporte mais utilizados em equipamentos de processamento em obsolescência para dispositivos de entrega de medicamentos, lentes de contato e outros produtos descartáveis.


As duas opções de transporte têm limitações que são intrínsecas aos sistemas de transporte fixos e síncronos. Com base em motores rotativos e controle de movimento indexado, os sistemas foram projetados para avançar para as estações de processamento em uma direção, em um caminho pré-configurado e a uma velocidade fixa.


Por exemplo, em um sistema de disco rotativo, a mesa giratória pode avançar 45 graus para cada estação a cada 0,5 segundo. O sistema não pode retroceder, e um produto que exige um processo diferente não pode seguir um caminho alternativo.


Para acomodar variações de produtos e operações divergentes, outras estações s de processo precisam ser adicionadas, e elas são ativadas ou permanecem inativas dependendo da operação dos produtos. Essa abordagem não apenas aumenta o espaço requerido para instalação da máquina, mas também compromete a velocidade e a eficiência gerais conforme os produtos avançam para as estações ociosas.


Além disso, os sistemas contam com correntes, rolamentos de rolos, correias dentadas e outras peças mecânicas que ficam mais complexas e difíceis de passarem por manutenção à medida que o tamanho do sistema aumenta.     


Mudando para a tecnologia de carro independente (ICT)


A tecnologia de carro independente (ICT), baseada em motores síncronos lineares, altera o paradigma da produção de dispositivos médicos descartáveis.


Como? A tecnologia de motor linear permite que os módulos de transporte sejam configurados de ponta a ponta, criando uma força eletromagnética para impulsionar as transportadoras que levam o produto muito mais rapidamente do que os sistemas tradicionais.


Como a tecnologia de carro independente usa muito menos peças móveis do que os sistemas convencionais de estrutura fixa, a complexidade e a manutenção das máquinas são reduzidas ao mínimo. Menos peças mecânicas também significam menos poeira, detritos e resíduos de óleo gerados por componentes, o que é uma consideração importante para ambientes com salas limpas.


Quando se trata de maximizar a flexibilidade e obter mais em menos espaço, a tecnologia de carro independente modular é um divisor de águas. Cada transportadora se move de modo independente e é totalmente configurável e programável para acomodar facilmente as variações de processo, montagem e tamanho.


Por conta do controle de movimento independente, a velocidade na qual as transportadoras se movem para cada estação de processo é baseada no tempo que esse processo leva para ser concluído, e não em uma taxa de transporte fixa.


Além disso, as transportadoras podem retornar a uma estação anterior se a mesma operação é necessária mais de uma vez na operação do produto. Ou as transportadoras podem seguir um caminho paralelo (imagine uma rampa de saída em uma rodovia) para acomodar diferentes etapas do processo com o mínimo de impacto na área ocupada pela máquina.


Como a tecnologia de carro independente se baseia em estabelecer e manter a posição da transportadora em todos os momentos, ela cria intrinsecamente um registro de rastreamento e acompanhamento de alta fidelidade. Para os fabricantes de dispositivos médicos, essa funcionalidade pode agilizar a validação e a conformidade.


Para os fabricantes de máquinas que incorporaram a tecnologia de carro independente, os resultados foram impressionantes. Muitos informaram que reduziram o espaço requerido para instalação da máquina e/ou aumentaram o rendimento em 50% ou mais.



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